Objetiva-se publicar biografias, histórias de vida e de batalhas relativas à Revolução de 1932. Caso saiba de algo, entre em contato. Para maiores informações envie mensagem à malusim53@yahoo.com.br.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Homenagem aos Heróis Negros de 32.



A Legião Negra, os Pérolas Negras.


Logo que se iniciou o Movimento Constitucionalista, em São Paulo, organizou-se batalhões formados por negros que estiveram nas trincheiras, combatendo em todos os Setores, mantendo-se até o final da luta armada. Era a chamada LEGIÃO NEGRA com, aproximadamente, 2000 homens. Mas a participação dos negros não foi só na Legião Negra, havia outros negros, homens e mulheres - cerca de 10.000 – espalhados pelos Batalhões Constitucionalistas e também na Força Pública.
O 10 º Núcleo de Correspondência “Trincheiras Paulistas de 32 de Jaguariúna” homenageia estes homens que seguiram irmanados para os campos de combates e onde muitos perderam suas vidas, para que, com este sacrifício, dias melhores sorrissem à Pátria de hoje.
Heróis anônimos que tanto lutaram para o restabelecimento do Império da Lei no Brasil.




O Estado Maior da Legião Negra.




Pelotão da Legião Negra, durante instrução militar.




Pelotão da Legião Negra.




Posse do Comandante civil da Legião Negra.








Na Casa do Soldado na Capital, Soldados Negros de outros Batalhões.



Fonte.
Revista O Cruzeiro, 22 de out., 1932 e 29 de out.,1932, arquivo pessoal.





Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.

20/11/2017.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

UM DOCUMENTO HISTÓRICO.




Durante a Revolução Constitucionalista de 1932 foram elaborados diversos manifestos, geralmente convocando os cidadãos a se voluntariar como soldados e também para participarem das diversas atividades que eram exercidas em prol do Movimento Constitucionalista.
O Jornal Diário da Noite de 1957 publicou um destes documentos que foi elaborado por autoridades local, na cidade de Tatuí em 1932.
  Tatuí contou com inúmeros Soldados Voluntários e também com a colaboração da maioria dos cidadãos durante a Revolução Constitucionalista.
A seguir a transcrição da publicação do jornal:


SÃO PAULO NÃO PODE VIVER NA ESCRAVIDÃO E NA VERGONHA.

Este é um documento histórico da Revolução de 1932. O povo de Tatuí, através dos membros do seu governo, manifestando-se solidário com o movimento de redenção.

“As forças vivas da Comarca de Tatuí – diz o documento – representadas pela unanimidade do funcionalismo forense, municipalidade, estabelecimentos de ensino, comércio e indústria, vêm apelar para os sentimentos cívicos da população desta Comarca, no sentido de que todos estejam irmanados e unidos na defesa da causa comum de São Paulo, que é a causa do nosso brio, de nossa honra e de nossa dignidade. São Paulo se levanta, porque a mentalidade paulista se formou no Império da Lei, com Liberdade e Justiça e não pode viver na escravidão e na vergonha”.

Firmam, entre outros, o manifesto, o Juiz de Direito, Conrado Silveira da Mota, o Prefeito João M. Assunção Ribeiro, o Delegado de Polícia, J. da Silveira Moraes, que na época tomaram parte ativa nos acontecimentos de julho. Este documento foi, através do Diário da Noite, oferecido ao Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.
















Cap. Amazillo e sua tropa. Imagem - Facebook - História de Tatuí.





Fonte.
Diário da Noite, Edição Especial, 09 de julho de 1957. Arquivo pessoal.





Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.
10/11/2017.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Livro - PARA SEMPRE 32 – II.



Lançamento –


            Em comemoração aos 85 anos da Revolução Constitucionalista foi lançado, pela Editora Matarazzo, a segunda edição do livro, - PARA SEMPRE 32, volume II - uma coletânea, com histórias relacionadas à Revolução Constitucionalista de 1932. 



Capa.




Contra capa



            Com prefácio do Dr. Jairo Bonifácio, Presidente da Associação Cívica, Cultural e Histórica dos Capacetes de Aço de São Vicente, o livro conta com a participação de personalidades com um mesmo ideal, a perpetuação da História da Revolução Constitucionalista:

Sra. Camila Giudice;
Prof.ª Carolina Ramos;
Sr. Edson Santana do Carmo;
Prof. Fernando Canto Berzaghi;
Prof. Dr. Flávio Viana Barbosa;
Sr. Guilherme Mantovani Coli;
Prof. MS José D’Amico Bauab;
Sr. Luiz Alexandre Kikuchi Negrão;
Sra. Maria Helena de Toledo Silveira Melo;
Dra. Rossidê Rodrigues Machado;
Sr. Silvio Henrique Martins;
Sra. Sônia Maria Ferreira Delsin;
Dr. Tiago José Berg.


        Tive a honra em participar, nesta segunda edição, com um relato de meu pai contando dia a dia de sua participação pelas trincheiras de 1932.




Dia a dia do Voluntário Joaquim Norberto de Toledo Junior em 1932.



           No dia 24 de novembro de 2017 às 17:30 h será realizado o lançamento oficial do livro Para Sempre 32 – Volume II, na Biblioteca Mário de Andrade. Organização Camila Giudice e Thais Matarazzo, Editora Matarazzo. Veja mais informações convite.




Convite.





Este livro encontra-se à venda somente pela Editora Matarazzo no portal: http://www.editoramatarazzo.com/000210501editoramatarazzo/index.php/coletaneas/para-sempre-32-volume-ii













Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.
06/11/2017.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

OITO IRMÃOS NA REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA.



“OITO IRMÃOS COMBATENTES.”


“Quando em 1932 os paulistas foram chamados às armas para lutar em prol da Constituição, contra o regime de opressão que sufocava o país, de todas as famílias bandeirantes partiram homens das mais diferentes idades e condições sociais – econômicas. Assim, atendendo a um só chamado, todos se reuniram. E quantos homens ou crianças houvessem numa família, eram soldados que se improvisavam para a batalha.
Da Capital, rua Barão de Piracicaba, os Santanas trocaram os trajes civis pelas fardas e marcharam para os fronts de luta. Eram oito ao todo.
Para o Setor Sul, Batalhão “Fernão Sales”, seguiram os irmãos Mario, Manuel, Jaime e Yolando. Este último caiu prisioneiro em 26 de agosto, seguindo para a Ilha das Flores, hospitalizado e exilado. No Batalhão “Ferroviário” serviram Luiz e Arthur. No Batalhão “Paes Leme”, Hernani e, no serviços do MMDC, na Bandeira Paulista, Wilson, nessa época contando 14 anos de idade.
Hoje, [09/07/1957] apenas um já não existe. Trata-se de Arthur Santana, o mais velho da família.
Atualmente [1957], os sete irmãos conseguiram reunir-se e reencontrar os seus Comandantes.”



Este texto foi publicado no jornal Diário da Noite, Edição Especial em 09 de julho de 1957.






Na imagem, posando defronte ao Monumento Simbólico na Praça da República, um aspecto da reunião dos Heróis de 1932, vendo-se da esquerda para a direita: Wilson, Luiz, Manoel, Sargento Rafael, Simione, Capitão Arruda de Souza Campos e Hernani, Jaime, Mario e Yolando. (Legenda original).



Fonte.
Jornal Diário da Noite, Edição Especial, 09/07/1957, pág. 2. (Arquivo pessoal).




Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo
31/10/2017.



domingo, 22 de outubro de 2017

UM ALTAR CATÓLICO NA TRINCHEIRA DE 32 !



Por meio de histórias contadas e também pelas registradas em livros sabe-se que os Soldados Constitucionalistas, principalmente os católicos, contavam com a proteção divina, Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil, Santo Antônio e outros. Esta peculiaridade é comprovada também pelos exploradores de trincheira que sempre encontram objetos relacionados à fé divina. Sabe-se que vários Padres participaram na luta constitucionalista, tanto na retaguarda como na frente de batalhas.
Já relatei, aqui no blog, alguns episódios envolvendo a fé e a religião, como “Santo Antônio, Coronel das Tropas Constitucionalista”, o “Batalhão Padroeira do Brasil”, “orações especificas” etc., hoje apresento mais um episódio com este tema.




 “CONGREGAÇÃO MARIANA DAS TRINCHEIRAS”.



Na 1ª Companhia do 1º BCR, adido ao 6º R.I., operando em Silveiras, havia um pequeno grupo de moços da Paróquia do Divino Espirito Santo da Bela Vista. O jovem Gil Corrêa Machado, hoje (*1957) Padre Gil Corrêa Machado, S.J., pertencia ao grupo. Congregado Mariano fervoroso, enquanto o fogo inimigo metralhava a trincheira, soube despertar naquele punhado de jovens, unidos pelo elevado Ideal da Pátria, a lembrança de Deus. Sempre que depunham os fuzis, nas tréguas da guerra, era para empunhar o terço de Nossa Senhora. No abrigo da trincheira foi construído um pequeno altar onde se entregavam a pratica da piedade.  O Capelão do Batalhão, Frei Niceto, O.F.M, celebrava a Santa Missa sempre que podia, distribuindo a Sagrada Comunhão aos soldados. Nasceu, então, entre eles, o desejo de fundar uma Congregação Mariana. Gil Machado escreveu ao padre Diretor da Congregação de que era presidente, na Igreja do Divino Espirito Santo da Bela Vista, rua Frei Caneca, Padre Paulo Florêncio da Silveira Camargo e este mandou as normas a serem seguidas. Ficou assim fundada a Congregação Mariana das Trincheiras, sob a proteção de Nossa Senhora Aparecida e São Camilo de Lelis, agregada à Congregação Mariana da Bela Vista. Foram escolhidos para Presidente o Soldado Caetano Toschi; para Tesoureiro, o Soldado Paulo Augusto da Costa Aguiar sendo Instrutor ou Mestre dos Noviços o próprio Gil Corrêa Machado. Sob o fogo do inimigo os valorosos soldados constitucionalistas sabiam manter, à custa de grandes sacrifícios, a vida Mariana. Oração da Manhã e da Noite, terço, ângelus, sacrifício da Missa sempre que possível, gozando de todos os privilégios e indulgências concedidas às Congregações Marianas canonicamente eretas. Terminada a Revolução Constitucionalista reuniram-se em Missa de Ação de Graças na Matriz do Divino Espirito Santo da Bela Vista, recebendo, nessa ocasião o conselho do Monsenhor Paulo Florêncio da Silveira Camargo para que cada um se apresentasse à Congregação Mariana de sua Paróquia, por ser muito difícil, a frequência coletiva, de um só centro, a elementos dos mais variados pontos da Capital. Ficou assim encerrada uma das mais belas páginas da vida religiosa da Revolução Paulista".

"Comemorando tão comovente acontecimento foi celebrada hoje (*09/07/1957) às 7 horas, na Matriz do Divino Espirito Santo da Bela Vista, rua Frei Caneca, uma missa por intenção dos componentes da Congregação Mariana das Trincheiras para a qual foram convidados todos os seus membros, presentes na fotografia".




Os jovens que pertenceram a "Congregação Mariana das Trincheiras" de 32 no dia 09/07/1957.





Transcrição de publicação original da Edição Especial do jornal “Diário da Noite” em 09 de julho de 1957. Arquivo pessoal.


*Acrescentei a data da época da publicação.



Veja mais em:




Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.
22/10/2017.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Solenidade de Fundação do Núcleo MMDC de Itapira.



 Com grande honra participei da Solenidade de Fundação do NÚCLEO BASE MMDC DE ITAPIRA “LUZ DA PÁTRIA”, a cerimonia ocorreu no auditório da Associação Comercial de Itapira em 16 de outubro de 2017.





O Núcleo é formado por:

DR. FERNANDO NASTRI PALMIERI  - Presidente
CAP PM ANTÔNIO MARCOS SANCHES DE TOLEDO - Vice-presidente
PAULO BIANCHESSI -  Diretor de Patrimônio
DANIEL PORTILHO - Diretor Financeiro
1º SGT PM ALEXANDRE PAULINO BOTO - Diretor de Relações Públicas e Cerimonial
DR. ÉOLO GAMALIEL FALCO COSTA - Diretor Jurídico
FLÁVIO VIEIRA OLBI - Secretário
ANTÓNIO CARLOS PEREZZANI -  Conselho Fiscal
ROGÉRIO DE OLIVEIRA -  Conselho Fiscal



Componentes do Núcleo Base MMDC de Itapira "Luz da Pátria"




A mesa de honra foi composta, pela ordem de chamada, por: Dr. Fernando Nastri Palmieri, Presidente do Núcleo MMDC “Luz da Pátria de Itapira; Sra. Maria Helena de Toledo Silveira Melo, Presidente do 10º Núcleo de Correspondência MMDC “Trincheiras Paulistas de 32 de Jaguariúna”; Conde Thiago de Menezes, Presidente da FALASP, Chanceler do ICFU; Sr. José Bernardes, Presidente do CONSEG de Itapira e o Dr. Humberto Carlos Barison, Presidente da ARLS Luz do III Milênio, n. 3066.















Mesa de Honra







Estiveram presentes personalidades civis e militares, também amigos e familiares. Prestigiaram e documentaram a Solenidade, órgãos da imprensa local.
Entre os presentes destaque para o Sr. Cesar Martucci, Comandante da Guarda Civil Municipal de Itapira; Sr. Ricardo Siqueira, Presidente da Associação do Comércio Varejista de Itapira; Dr. Gabriel Corrêa, Diretor Jurídico da Associação Comercial e Empresarial de Itapira (ACEI), jovens e adultos do 193º Grupo Escoteiro ITAPIRA / SP. 


Publico presente no auditório.


A Solenidade foi encerrada com o “Juramento de Honra” pelos componentes do Núcleo Base MMDC de Itapira “Luz da Pátria”.


Momento do Juramento de Honra.












Encerramento da Solenidade.






Após a solenidade, fomos contemplados com um delicioso coquetel, oferecido pelo Núcleo de Itapira.

Agradecimento especial ao Dr. Fernando Nastri Palmieri pelo convite e pela gentileza, desejando muito sucesso ao Núcleo MMDC de Itapira “Luz da Pátria”.



Fotografias de Maíra Toledo Silveira Melo.
                  
Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.
!8/10/2017



quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Crianças na Revolução Constitucionalista.




Oficialmente, a participação de crianças na Revolução Constitucionalista de 1932 foi exclusivamente em setores da retaguarda e, as crianças que participavam de grupos de escoteiros, serviam como mensageiros e auxiliares junto ao MMDC, Cruzada Paulista etc.
Há relatos de crianças que foram para o front, escondidas ou mentido a idade. Estes episódios foram relatados posteriormente a Cessão das Hostilidades, por pessoas que eram ligadas de alguma maneira ao protagonista ou por eles próprios.
Muitas destas histórias foram publicadas em jornais em 1932 e anos posteriores, geralmente nas datas em que se comemora o aniversário da Revolução Constitucionalista.
Temos já publicado no Blog as histórias de Aldo Chioratto e Oscar Rodrigues. Hoje, em homenagem às crianças de 1932 publicarei a história de Michel Mujali, que foi publicada no jornal “Diário da Noite” de 1957.


“DESCOBRIRAM NA TRINCHEIRA O CLANDESTINO DE 16 ANOS.”

“O Jovem Michel Tinha Fugido de Casa Branca e Viera a São Paulo Para Participar da Revolução.”


“O entusiasmo pela causa Constitucionalista empolgava todas as cidades do interior.
Jovens que jamais haviam tomado nas mãos um fuzil partiam para a luta. Mas nem sempre as famílias o permitiam.
Da cidade de Casa Branca, onde vivia com a avó, que o criava, Michel Mujali, com 16 anos de idade, numa madrugada de julho, fugiu para São Paulo, apresentando-se como voluntário. Sendo menor e não podendo ser aceito, foi, no entanto, incumbido do patrulhamento na Praça da República.
Quando o “Batalhão 9 de Julho”, seguiu para Campinas, o jovem subiu clandestinamente num caminhão, mantendo-se oculto aos olhos do Comandante que só deu por sua presença nas trincheiras. Aí, porém, já era tarde. O inimigo se aproximava de Eleutério, na região de Itapira. Sugeriram-lhe que, sendo muito magro, poderia dar baixa e ir para um hospital sob a alegação de doença. Mas o jovem continuou nas trincheiras, lutando e tomando parte em patrulhas de reconhecimento, até o trágico desfecho da luta. Durante a noite, cercado pelas tropas adversárias, com 20 companheiros, subiu as montanhas da região, até atingir Mogi Mirim.
Pouco depois era assinado o armistício”.



Foto publicada no jornal em 1957.




                                  Mais dois jovens nas trincheiras.

Na pesquisa que fiz no Jornal “Diário da Noite” publicado em 1957, encontrei, inserido em um texto cujo o título é “Baluarte do Setor Sul” (será publicado no Blog posteriormente) a seguinte informação:
 “Havia no 2º Pelotão da 2ª Companhia do Batalhão “9 de Julho”, dois menores, de 16 anos, Ricardo Gonçalves e Bruno Melo Teixeira.





Ilustração de Messias, publicada junto ao poema.





               Recordando...


Meu pai, dizia altivo, o pequenino louro,
Lutou como um herói pela Revolução,
P’ra o bem de sua terra, ele entregou tanto ouro,
Que dava para encher a minha e a sua mão.

Da fazenda mandou o mais soberbo touro,
E os cavalos de raça...e gado em profusão,
E sacos de cereais; enfim quase um tesouro
P’ra o Soldado da Lei, vingando o seu torrão.

Mamãe foi trabalhar, curvada na costura,
Minha irmã preparou unguento e a ligadura
Daquele que tombou ferido sem um ai.

Do dinheiro do cofre, um formidável maço,
Eu com ele comprei seis capacetes de aço...
E você, que é que deu?
- A vida de papai...

Isabel V. Serpa e Paiva.



Fonte arquivo pessoal.
Jornal “Diário da Noite”, Edição Especial dee 09 de julho de 1957.
Jornal “A Gazeta”, Edição Especial de 09 de julho de 1935.                                              


O Núcleo de Correspondência “Trincheiras Paulistas de 32 de Jaguariúna” homenageia todas as crianças do Brasil!!!



Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.
11/10/2017.